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Diogo Costa atingiu marca redonda em Famalicão: confira os números

+FCPorto 3 meses ago

Foi com a baliza trancada, sem sofrer golos, que Diogo Costa celebrou o jogo 200 da sua carreira profissional, na deslocação a Famalicão, do último sábado. Aos 24 anos, o dono da baliza dos dragões está a viver uma fase de estabilidade e grandes exibições – sobretudo na Liga dos Campeões -, que lhe valem uma avaliação de 45 milhões de euros por parte do site especializado “Transfermakt”. Uma cotação que o coloca como o mais valioso entre todos os guarda-redes, a par de Donnarumma (PSG) e Mike Maignan (Milan). Contudo, como é o mais novo, o portista lidera este ranking.

A estreia de Diogo Costa como profissional deu-se pelas “mãos” de António Folha, na equipa B dos dragões, numa derrota por 1-2 diante do Gil Vicente, a 6 de agosto de 2017, tinha Diogo Costa apenas 17 anos e 10 meses. Foi a primeira de 54 presenças na equipa secundária dos dragões, nas quais conseguiu não sofrer golos em 16 ocasiões. Pouco mais de dois anos depois, Sérgio Conceição lançou-o na formação principal, num jogo da Taça da Liga com o Santa Clara, que o FC Porto venceu por 1-0.

Tinha acabado de fazer 20 anos e nessa primeira época entre os grandes faria mais 14 jogos, entre eles a final da Taça de Portugal, com o Benfica. 

Terá sido aí que recebeu a primeira grande prova de confiança do treinador portista. Ainda “tapado” por Marchesín, o 99 fez apenas dez partidas na campanha seguinte, ainda assim conseguiu estrear-se na Liga dos Campeões, frente ao Olympiacos. A partir de 21/22 só tem largado a baliza dos dragões nos jogos das taças, assumindo-se como o número 1 da hierarquia, chegando a esta fase com 127 partidas na equipa principal dos portistas, nos quais conseguiu 52 “clean sheets”, o que corresponde a 41 por cento dos encontros. 

Às 181 vezes em que vestiu a camisola do FC Porto (entre a equipa A e B), Diogo Costa acrescenta mais 19 presenças (11 sem sofrer golos)  na Seleção Nacional, onde também é habitual titular, tendo sido nessa condição que esteve no Mundial do Catar.

Contas feitas, Diogo Costa manteve a baliza inviolada em 79 ocasiões nestes 200 jogos como profissional (basicamente 39,5 por cento). Como comparação, diga-se que o seu ídolo, Vítor Baía, conseguiu não sofrer em 114 dos primeiros 200 jogos da carreira.

Cláudio Ramos recebe testemunho na Amoreira

O início da próxima centena de jogos de Diogo Costa terá de esperar mais alguns dias porque amanhã, na partida com o Estoril da Taça da Liga, caberá a Cláudio Ramos assumir a baliza do FC Porto. Já foi assim nas épocas anteriores e Sérgio Conceição não vai alterar a rotatividade na baliza: o número dois da hierarquia é o titular nas taças e nem nas finais, com Sporting (Taça da Liga) e Braga (Taça de Portugal), o treinador dos azuis e brancos alterou essa linha de pensamento, com os resultados que se conhecem (venceu ambas).

O embate com o Estoril será a terceira aparição de Cláudio Ramos esta temporada, depois de também ter alinhado contra o Vilar de Perdizes e o Montalegre, nas eliminatórias iniciais da Taça de Portugal para os azuis e brancos. O guarda-redes de 32 anos, que recentemente anunciou o nascimento de uma filha, ficou com a baliza a zeros em ambos, dando continuidade a uma tendência que vem desde a época passada. Dos 14 desafios em que Conceição incluiu o ex-Tondela no onze – um deles para o campeonato, com o Portimonense -, os dragões só sofreram em três: frente ao Mafra e contra o Famalicão (duas vezes).

Fonte: ojogo.pt